Como lidar com a esquizofrenia

file0001711040321Como lidar com a esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença mental crônica, caracterizada principalmente pela ocorrência de delírios, alucinações e mudanças de comportamento repentinas. O paciente sofre alucinações auditivas, podendo ouvir vozes imperativas ou destrutivas que soam como reais. Ele acaba adquirindo certa confusão mental, podendo adquirir certas reações ou comportamentos perigosos.

 

Retraído e desmotivado, o esquizofrênico acaba atingindo não só a si mesmo, mas a todos ao seu redor, reagindo de forma negativa ao contato com a família e os amigos. Não é fácil para os familiares, guiados por sentimentos de culpa, impotência, vergonha e medo, lidarem com esse tipo de situação. Passando a ser dependente de outras pessoas, o esquizofrênico exige cuidados e muita atenção, recebendo o apoio das pessoas que o cercam para minimizar os efeitos de seus sintomas.

Tratamentos para esquizofrenia

Existem vários tratamentos e medicamentos para lidar com a esquizofrenia, ajudando essas pessoas a terem seus sintomas IMG_0013_CCminimizados, tendo em vista que a doença não tem cura. Para ajudar o paciente, é necessário manter a calma e a firmeza, participando do tratamento e colaborando com o paciente.

Os pais e parentes devem esclarecer suas dúvidas e buscar informações sobre a doença para evitar que sua situação se agrave, adaptando suas vidas às condições físicas e emocionais do portador de esquizofrenia.

A doença leva um longo período para ser tratada e minimizada, portanto, é necessário manter o controle sobre os medicamentos prescritos ao paciente e manter a atenção sobre seu comportamento. Um ambiente estruturado e organizado facilita a rotina do portador de esquizofrenia, portanto, dedicar um tempo para suas atividades é fundamental para que ele se recupere aos poucos.

Fique ao lado do paciente, preparando-se para os desafios que estarão por vir, sem nunca perder a fé ou sentir-se culpado da situação. Prossiga com o tratamento a partir do acompanhamento de médicos e psiquiatras.

Guilherme Maia Amaral (joeydim@gmail.com)

,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *